quinta-feira, janeiro 31

Uma coisa que me lembrei agora, saí sabado e voltei ás 7 da manhã pra casa de ônibus, o Tiago da minha banda me acompanhou no retorno, ele morrendo de sono começou a perguntar onde estava o ônibus com um linguajar de criança ele encostado no meu ombro meio dormindo já. Comecei a viajar naquilo e me lembre de quando era criança não conseguia pronunciar palavras como "ônibus" e "guarda", fatalmente se tranformavam em "ombusu" e "gagada"*, respectivamente.
Aí é a parte onde entro na viagem de um ser sonolento> Comecei a pensar de que se tivesse um cachorro gostaria de colocar o nome dele de "Gagada". Porém, aqui em casa se estabeleceu uma regra não estabelecida mas obedecida, todos da casa inclusive os animais começam com a letra "C", logo meu querido cão ganharia o nome de "Cagada". Comecei a rir feito uma retardada, quando me toquei que estava no terminal urbano com o Thiago dormindo em meu ombro.
*Gagada, era mais expecificamente como eu e meus irmãos nos referiamos ao guarda da rua... "Seu Gagada"!

Me desculpem, me desculpem, eu estou bem, voltando aos poucos no que eu já fui constituída... voltei a desenhar por incrível que pareça, voltei a pintar também... pode não parecer muita coisa, mas pr quem quer trabalhar disso ficar uns 4 meses sem produzir praticamente nada... é foda.
Bom, a Carol chega sexta agora e isto está me dando um puta alívio, estou com muita saudade dela acho que um pouco das minhas crises tem um pouco de justificativa na nossa "separação".
Estou meio sem escrever aqui por alguns motivos óbvios e outros nem tão óbvios:
1) To sem o lap-top na farmácia, ou seja, o tmepo que passava escrevendo agora passo lendo ou com a Camilinha que vai diariamente me visitar lá.
2) Sempre tenho idéias legais para posts, como o que eu estava escrevendo que era sobre o valor da vida, mas dai como ficam falando da morte do prefeito de Santo André (sobrinho do meu tio diga-se de passagem, e grande merda isso), me desempolguei, ia parecer modismo... desisti.
3)não ando ficando muito tempo na frente do computador, como já disse voltei a desenhar, e estou começando a sair de forma descente denovo, como hoje, fui ao cinema com as pessoas que eu ando que eu realmente ainda acredito que tenham o seu valor, sem futilidades, vale a pena comentar Catarina, Camilinha, Helen, Érick, Xingu (Rodrigo), Hugo.... pessoas que lembram que existe um pouco mais do q sexo, drogas e rock'n'roll (isso foi uma analogia pobre, reconheço).
4)Para escrever qualquer merda, realmente não me empolgo, mas logo logo apresento aqui a minha tese sobre mim mesma! Não se assustem, não é uma crise narcista, é um auto-conhecimento, mesmo as pessoas me decepcionando e não me mandando críticas mais ferrenhas... ainda espero comentários "agulhas" ok!
5)Se é pra escrever merda melhor calar-me...
É isso, faço da frase acima minhas últimas palavras no post de hoje!

sábado, janeiro 26

Ok, Ok.... hora de dar um ar da graça por aqui, estou doente, com dor de garganta, nariz escorrendo, com vontade de ir para o Fórum no Rio Grande do Sul, acabei de perder uma caronapara Curitiba, um amigo meu do Rio de Janeiro diz que está por lá e quer vir pra cá e eu doente sem ânimo nenhum pra sair de baladinhas... sim sim tô um pé no saco!
Falei um tempinho com minha irmã hoje pelo telefone, não conversamos muito desde que ela se mudou, ela acabou de ferrar o computador do Bá e estava me contando do jogo de sofá da casa nova, vou fazer um quadro pra dar pra ela de presente, será que ela vai gostar? Minha irmã nunca foi muito chegada nestes negócios de arte e sempre achou q o que eu fazia era meio que um lixo, mas vou fazer mesmo assim... sei que o Bá vai gostar, ele sim entende mais do negócio...
Ah, era isso, to meio sem assunto...

quinta-feira, janeiro 24

"Veras que tudo es mentira
Veras que nada es amor
Que ao mundo nada te importa
Gira, gira
Aunque te quiebre la vida
Aunque te fira um dolor
No esperes nunca una ayuda
Ni una mano ni un favor"
(Enrique Discepolo)

Foi com estes dizeres que começou a carta do Leandro...
Já falei dele por aqui antes, muito foda este garoto, não o vejo á pelo menos 2 anos e não converso com ele desdo começo de outrubro, enviei uma carta no começo de novembro e só agora recebi a resposta que antes estava perdida, dois meses depois duas páginas escritas pelo Lê com caneta esferográfica vermelha mostram as palavras poéticas na tentativa de fazer uma carta...
Me senti numa aula de filosofia lendo a dita, e ao mesmo tempo um abraço de ternura me cobria por trás, não sei o que aconteceu, sei que foi muito mas muito bom receber uma carta do Lê. Vai aqui um treichinho para vocês se deliciarem como eu me deliciei:
"... O dia está lindo. Nunca vi um dia tão bonito, nuvens negras carregadas prestes a tombar sobre estas ruínas da periferia, umedecendo o asfalto, barro escorrendo pelas ladeiras, janelas se fechando, a correria das donas de casa para tirar a roupa do varal, rios, trovões, vento, andarilhos desprevenidos encharcados de chuva e raiva, espedo que a chuva comece logo, que ela lave as ruas deste bairro que eu tanto odeio e amo. [...] Os primeiros pingos começam a cair. Batem na telha do terraço e fazem um barulhinho gostoso. Uma namorada minha falava que gostaria de poder "comer" este barulho. Nunca entendi direito o que ela queria dizer com isso..."
É Lê, você é foda... sinto saudades, não consigo abolir o passado como você sugeriu, sinto falta do nosso contato, mesmo que mínimo naquela época... espero ue desta vez nosso contato fique mais constante.
Beijos ao meu querido amigo Lê, conhecido também como "Paulinho" o primo do Chico Bento!

segunda-feira, janeiro 21

Deveria falar um pouco da estada do Danilo aqui, mas por questão de ordem resolvi escrever sobre uma pequena discussão que eu e a Camilinha tivemos hoje a respeito do próprio.
Discutimos sobre o Danilo, por ele ter esta veia “skinhead”, queria deixar claro e muito claro aqui, que detesto skinheads, e o Danilo sabe muito bem disso, que detesto a ideologia deles, detesto seus preconceitos... mas gosto do Danilo, sei que a visão dele a respeito destas coisas não é mais como já foi um dia.
Nossa discussão foi mais especificamente por causa de um encontro do Danilo com um amigo dele daqui, o mesmo que anda com outros skinheads daqui, e estes que já bateram em duas amigas minhas e um ex-aluno meu por terem um visual punk, também tentaram bater num amigo meu da faculdade que é gay (sorte que ele conseguiu fugir dos caras).
Queria dizer que o fato do Danilo ter amigos imbecis não o torna um, e se ele foi, é, ou algo que o valha, não faz mudar a minha opinião a seu respeito. Só que é lógico que sempre que posso tento mostrar pra ele que não acho certo este conceito dele sobre as pessoas, que a opção sexual das pessoas não deve ser pré-julgamento para nada e pelo que vejo, ele tenta entender a minha postura.
Seus conceitos nacionalistas creio que já se perderam, ele foi pra Europa ano passado, e voltou com uma visão bem oposta do que tinha a respeito do seu próprio país. Nunca vi o Danilo agir de forma xenofóbica.
Bom, a discussão era exatamente porque eu estava parecendo hipócrita dizendo que detesto pessoas preconceituosas, dizendo que detesto skinheads mas estava andando com um... agora digo, quero que se dane estas pessoas, quero que se dane estes amigos do Danilo, mas não quero que ele se dane, eu realmente acredito que ele não é como os imbecis que ele conhece daqui, que saem por aí espancando pessoas simplesmente porque elas não amam pessoas do sexo oposto, ou porque vestem roupas com rebites e não acreditam no Estado.
Não é atoa que pretendo ser uma professora universitária, se não acreditasse tanto na educação, se não acreditasse tanto que uma boa conversa bem esclarecida valesse a pena, já deveria ter mudado o rumo que desejo para o meu futuro. Gostaria do fundo do meu coração que estes imbecis que saem espancando pessoas pela sua cor, raça, opção sexual etc. apanhassem da mesma forma. Mas espancar alguém ao meu ver não é realmente a melhor forma de se mostrar um caminho melhor...
Gostaria de deixar claro aqui, que eu realmente estou pouco me fudendo para todos os amiguinhos de merda do Danilo que são skinheads ou qualquer coisa do gênero, eu acredito no Danilo, tento mudá-lo e não me vejo errada por isso. Não quero ser o próximo Prêmio Nobel da Paz por tentar mudar centenas de skinheads, mas quero poder dormir tranqüila sabendo que mudei quem eu achava que valia a pena... Não sou louca em ficar dando murro em cabeça de prego e muito menos psicóloga/psiquiatra para ficar fazendo lavagem cerebral nas pessoas. Só que eu realmente invisto nas pessoas que tem valor pra mim, não desisto tão facilmente delas...
Ah, este texto saio bastante confuso, mas acho que deu pra entender o cerne da questão... Camilinha, espero que você me entenda e Danilo, eu realmente acredito em você!
Um beijo muito especial para os dois!

É... dia difícil hoje, começou com a Carol me ligando da Finlândia dizendo que está indo pra Suécia agora (saudades, saudades, saudades), isso era 7 horas da manhã, a tarde tive uma bela discussão com a Camilinha a respeito de skinheads, preconceitos e juízos de valores... a noite tive que acompanhar minha mãe na sua massagista (drenagem linfática) e por último tive que escutar minha mãe perguntando se eu era homossexual (um tanto quanto irônico não?!), se ela lê-se meu blog talvez se sentisse mais aliviada e ao mesmo tempo muito chocada...Acho que mãe nenhuma ficaria empolgada em saber que a boquinha da sua filha que amamentou no seu peito hoje chupa paus... de qualquer forma ri um pouco com a pergunta e respondi que não, o que é verdade. Já aproveitei o ensejo pra deixar claro que se eu realmente gostasse de meninas eu iria deixar isso explicito e ela saberia.

domingo, janeiro 20

Ganhei a minha primeira sugestão para um apelido dos 4 puxas sacos, Rosa de Hiroxima pelo Dennis... mas falta um personagem!

Quem disse que milagres não acontecem... até o Dennis apareceu pra conversar comigo agora!

Para meu querido Murilo.... duas das letras que fiz e ainda não tem música....
Por falar em Murilo, queria propor um encontro bizarro entre Danilo (nada de Scooby Doo mas sim o "Rabugento" do desenho Corrida Maluca), Murilo (o "Z" do filme FormiguinhaZ, podendo levar ou não a Ângela ou melhor "Princeza Bala"), Dennis (nem pense que você vai ganhar o título do "Grilo-Falante", ganhou o título de "Professor Xavier" dos HQ's X-Men), e eu (que ainda não consegui imaginar uma personagem, sempre as mulheres ou são mulheres más, ou burras e bonitas -- podia levar o elogio do Dins e colocar "Lara Croft" do Tom Raider, mas seria me achar demais. Não sou nenhuma arquióloga gostosona aventureira!); enfim os "4 Puxas-Sacos" -- eu, o Danilo, o Murilo e o Dennis... o que acham? Não precisa ser agora, podiamos combinar isso em um feriado!
De qualquer forma está aí o convite!
Beijos Grande aos 3 (Rabugento, Z e Professor Xavier)

***JUVENTUDE***
E assim eles crescem.
Festa, Bebidas, Sexo.
Comem, Arrotam, Vomitam.
E assim eles crescem.
Músicas de rádio.
Como!
Livros de auto-ajuda.
Arroto!
Programas de auditório.
Vomito!
Projetos de uma vida sintética.
E assim eles crescem?!

***NÃO SE ENGANE***
Acredita em suas palavras?
Acredita em dudo a sua volta?
Não sabemos de nada.
O mundo não é tão singular.
Suas verdades não são únicas.
É como confundir todas as vozes,
Em apenas uma.
Não se engane!
Tire a máscara de bobo da corte.
Respire o ar puro e cruel da realidade.
O mundo não é tão singular.

sábado, janeiro 19

É, hoje devo dizer algo que todos acabam dizendo um dia no blogger... já faz um tempo que eu não escrevo aqui. Ultimamente estou sendo boicotada com a internet em casa pelos meus pais, minhas tardes que antes passava escrevendo os posts andam ocupadas. De qualquer forma cá estou eu.
Algumas coisas andam acontecendo este ano...
 Eu fui pra Belo Horizonte.
 O Tagori apareceu aqui do nada e mostrou toda a sua simpatia.
 A Camilinha passou em 3 faculdades (pra quem conhece a Camilinha sabe o quão é significativo este momento pra nós os amigos), pra vocês terem uma idéia, fiquei mais feliz em saber que ela tinha passado na PUC do que quando eu mesma recebi a minha notícia de aprovação na UEL.
 O Danilo chega hoje a noite. E eu vou revê-lo depois de 3 meses.
 Minha banda vai ensaiar hoje, eu escrevi 4 letras novas, o Coxinha fez mais 4 músicas com letra e o Tiago mais outras músicas. Finalmente voltam os ensaios caóticos da banda Sociedade do Espetáculo!
 Meus pais acho que estão voltando a se dar bem.
 Comi manga hoje.
Sim sim, coisas boas acontecem na minha vida, mas ainda não consigo vê-las com toda a alegria que deveria. Isto é pra tentar me lembrar um pouco mais das pequenas coisas da vida que acabam realmente tendo uma grande significância, como comer o macarrão com molho branco com ervas e shitaki da Catarina.
***Tinha mais coisas a dizer.. como sempre tenho, mas não ando com muito tempo pra isso... ainda to aqui num dilema se vou ou não pras baladas com as meninas...
Não parei de escrever aqui, é que as coisas coincidiram, o Danilo chegou, antes meu irmão pendurou na internet, e juntou com as baladinhas com o Tagori e o Danilo/Dins... daí parar pra escrever aqui ficou muito mais difícil! Mas to com saudades de vocês...
Ah, agora chegou um novo adereço ao blog, tem um sistema de comentários aí abaixo, dá pra falar mais merdas sem precisar entrar no guest, se bem que o guest se bifurcou também... (obrigada Dins e Danilo pela “mãosinha”)***

Acho que já passou da hora de falar do tão querido e estimado Tagori, sim sim este é o nome dele, graças ao Prêmio Nobel de Literatura do ano em que ele nasceu... no caso 1978. Tagori, menino de Belo Horizonte, aos 10 anos já andavade skate, aos 15 se ferrava na escola aos 18 resolveu dar um jeito na vida (acho que foi isso que ele falou – lógico que com muito mais detalhes), aos 21 anos se casou montou uma empresa com sua mulher, aos 22 já estava separado, aos 23 largou o trabalho numa editora, cursa Propaganda e Marketing e resolveu viajar para o sul visitar os amigos. Estou esperando até ele chegar aos 40 anos... =)
Saiu de Belo Horizonte, foi até Curitiba de carona com uns amigos que iam tocar por lá, de Curitiba pra Florianópolis, algumas praias paradisíacas do litoral Catarinense, voltou para Curitiba, foi pra Foz do Iguaçu e resolveu passar em terras Londrinenses...
Devo confessar que achava o mancebo um tanto quanto arrogante na internet, ele e aquele maldito rocambole no canal dos straight-edges. É, minha opinião deu uma volta de 180º... Já estava tendo uma opinião menos maldosa a seu respeito desde quando a Carol ficou amiga dele (se bem que a Carol gosta de todo mundo – menos das moscas).
Segunda-feira ele entra na internet procurando a Camilinha, queria vir de Foz do Iguaçu pra cá, já tinha trocado algumas palavras com ele, já que havia prometido a Carol manter os amigos dela informados a seu respeito enquanto ela estivesse fora. Terça ficamos como tolas esperando pelo menino, na quarta ele aparece.
Calei minha boca, o Tagori é a simpatia em pessoa, muito querido mesmo. Ganhou o título de herege devido as suas repetições contínuas (falou apenas duas vezes – mas é bom dar ênfase) da palavra.
Putz, que mãos hein Tagori... como este menino faz boas massagens, não pensem que eu fiquei com ele, na verdade ninguém aqui ficou, ele já tem destino por estas terras. O bom é que ele rendeu vários jantares com as meninas (eu, a Caty, a Camilinha e a Tati). “Pizza” na Catarina, kibe aqui em casa. Ah, vou sentir saudades deste menino, espero que ele venha mais vezes pra cá!
TAGORI NO RESTAURANTE VEGETARIANO CHINÊS (último dia): Foi pagar a conta e a chinesa perguntou pra ele alguma coisa relacionada a mochila dele, se ele ia acampar ou coisa parecida, como ela estava falando embolado, ficou apontando pras costas dele. Ele acostumado com as massagens que eu fiquei fazendo nele e vice versa só virou pra coitada de chinesinha e falou: – Massagem!

domingo, janeiro 13

Querem saber o que tá acontecendo comigo?
To de saco cheio de tudo... cansei de mim mesma até.
Cansei se futilidades, cansei se encheções de saco, de comentários irrelevantes... cansei de tudo isso, preciso sair daqui, preciso morar longe de pessoas que convivo a tempos, preciso sair das fraldas e parar de ter relações mágicas com as coisas que me cercam... acho que saturei da vida antes do tempo... portanto me dêem um tempo pra eu voltar a respirar com ar puro!
Tudo que ando tocando, tudo que almejo, se tornam derrepente verbos no passado. Falar que a culpa não é minha é ser hipócrita demais, não distribuir a culpa é estar me martirizando e me culpando por coisas que não me dizem respeito, que não dependem de mim.
Na verdade, nada depende somente de mim, não sou uma ermitã, vivo na dependencia dos outros, de ações do próximo, de vontades do próximo, de sentimentos do próximo... na verdade é por isso que me sinto umser impotente a toda hora, não dizendo que se as coisas dependessem somente de mim elas aconteceriam, mas pelo menos saberia onde encontrar o problema...
Ah, não estou me fazendo clara, não conseguiria explicar tudo q está se passando dentro de mim por mais dedicada que fosse nossa conversa, se eu q você estivessemos sentados numa cama de mola, com suco de laranja e salgadinhos do lado para não nos dispersar, mesmo assim ainda não conseguiria deixar claro todos estes meus posicionamentos.
Quer saber de uma coisa, vou tomar um banho, já que esta merda de blogger resolveu ser temperamental com meus posts.
Mais uma coisinha, estou fazendo um outro blogger, onde serei o mais verdadeira possivel, não que eu não seja verdadeira neste, mas omito muitas coisas evitando assim comentários desagradáveis e mal entendidos, bom já aviso de ante-mão que por mais amigo que você seja, por mais que eu te ame e considere, não vou mostrar o endereço dele, decidi que apenas umas poucas pessoas saberam, pessoas que não tem tanto contato comigo, que não sabem tanto da minha vida... não é sobre merecer, é sobre o que é melhor...
Isso não fará com que eu pare de postar aqui, e muito menos pare de contar as coisas... ahhhhh ninguém é tão burro aqui... só não encham mais meu saco com perguntas pé no saco!

sexta-feira, janeiro 11

Eis que estou de volta a minha terrinha. Muita coisa aconteceu, conheci muita gente... vou tentar achar uma maneira pra contar tudo isso.
Sexta decidi que ia realmente para Belo Horizonte, minha irmã ficou de comprar as passagens pra mim mas não deu certo. No sábado comprei as passagens (presente que ganhei do Titi), e sábado a noite estava indo para onde até a capital é terra de sotaque caipira.

O ÔNIBUS (parte I – Ida):
Poltrona 21, janela. Chego no meu lugar e uma mala gigantesca ocupando o meu lugar, um outro mala enorme também do lado. Sugeri que ele colocasse a mala no bagageiro lá embaixo, a resposta do infeliz foi que tinha muito dinheiro na mala e que ele não ia colocar. O infeliz socou a mala no bagageiro acima da nossa cabeça e quetou o faixo. Abri meu livro e comecei a ler, já que havia esquecido o walkman (15 horas sem música foi torturante), sorte que eu estava com meu protetor de ouvido que uso nos ensaios da banda e o livro que tinha que acabar de ler para devolver pro Perna (Alta Fidelidade). Na minha frente uma menina ocupando as duas poltronas, do lado dela uma senhora com o filho na frente desta um casal de velhos argentinos, do lado uma mãe com um pentelho. Este povo começou a conversar e não parou mais, descobri que a menina da frente havia passado o mês com a avó em Paranavaí, a senhora do lado com o filho era dona de uma loja de eletrodomésticos casada com um turco, e o filho se chamava Ibrain eles eram de Foz do Iguaçu, o casal de argentinos estava indo passar as férias na Bahia, o gordo do meu lado era de Belo Horizonte mesmo, a outra senhora que estava mais pra frente estava indo visitar a mãe e o pentelho do filho dela que ficava gritando “bom dia” ás 6 da manhã se chamava Lucas e tinha 6 anos. Conclusão, quase não consegui dormir, li umas 120 páginas do livro e tive que manter um certo diálogo com o chatinho do Lucas que não me deixava ler e ficava me observando da poltrona da frente. Escutei tudo isso mesmo com o tampão. Horrível!
EM BELO HORIZONTE (terrinha de belas montanhas, ao longe e péssimas subidas e descidas para andar á pé)...
Cheguei meia hora adiantada, liguei pro Titi e ele já estava a caminho. A cidade chuvosa o tempo todo, o Titi chegou, o primeiro beijo um puta abraço e fomos pra casa dele. Eu estava em estado letárgico, semi-morta, liguei para algumas pessoas e tentei dormir, o que foi em vão. A noite fomos para a casa do Arroz, muita gente lá, pizza, risadas e QUE AMIGOS!
(melhor eu dar uma pausa e falar um pouco das pessoas; detesto ler coisas e não saber quem são as pessoas)

TITI> o marido, garoto muito meigo, muito foda mesmo! Estava na casa dele e me senti totalmente á vontade, a mãe dele um doce o tempo todo, passei muito tempo conversando com ela. Fique com o Titi durante os primeiros dias, mas depois não estava achando que seria tão legal assim, comecei com minhas milhares de encanações de envolvimentos misturado com TPM. O bom foi que conversei muito com ele, o que facilitou nossa situação. Acho que tentei evitar comentários maiores sobre a gente e de forma meio inconsciente eu não ficava grudada no Titi, nem ficava beijando, nem nada, devo ter sido muito fria, muito chata com ele nestas horas. Ganhei do Titi uma caixa de bombom, que foi praticamente toda a minha alimentação de volta e um par de piercings para usar como brincos... e eu até agora não me conformo com este negócio ser fechado com uma bolinha solta que fica sobre pressão, sem rosca em parte alguma!

ARROZ> o único que eu já conhecia pessoalmente, puta que pariu como o Arrrozito me dá abraços bons, muito foda mesmo, ele já veio pra Londrina 2 vezes durante o ano passado. Assim que cheguei na casa dele, dei oi pra Lia e pro André (não conhecia nenhum dos dois), e fui pro quarto do Arrrozito, ele me mostrou a estrela que dei pra ele na páscoa que estava pendurada na antena da TV, e a guitarra dele com os botões de dados. Foi o único fora o Titi que me levou até a rodoviária que foi cedinho se despedir de mim (na verdade porque ele foi o único também que não saiu comigo a noite na ‘festinha’ de despedida).

LIA> a conheci um dia antes de ir, trocamos umas 10 linhas de conversa na internet e só, logo nos primeiros minutos estávamos cantando Xuxa, menina muito foda, muito meiga. Descobri que ela lê o meu blogger também. Nos demos muito bem; uma cena muito foda de nós duas foi na casa da Déa (onde passamos o ano novo), comendo pão de queijo recheado com tomate seco com os braços entrelaçados como se estivéssemos tomando champagne (Lia, quero ver esta foto!).

ANDRÉ> filho do meu clone (Mocotó), já o tinha visto na net, mas não tinha falado com ele, muito engraçado, não consigo imagina-lo agora sem lembrar das imitações dele de um baterista de grind (que parecia um beija flor de tão rápido). Numa certa altura da noite do dia primeiro disse que dava um selinho nele e no Serginho se eles se levantassem, como ele não o fez (nem o Serginho) na hora ele não recebeu, conclusão, o resto da noite o André bêbado me cobrando o selinho (devo ressaltar que o Titi ficou muito puto com esta minha atitude e que o Serginho está apaixonado e “gripado” demais pra levantar pra dar o selinho – to brincando Serginho, e que o André tem namorada e deve ter um monte de encanação também).

SÉRGINHO> minha cantada frustrada da internet, queria ter passado mais tempo com ele, como com todas as outras pessoas também; ele ta apaixonado por uma menina de São Paulo, prometi pra ele que contaria dos meus casos de longe e acabou que não contei nada. Foi um dos meninos que passei mais tempo junto, acho que por ele ser mais amigo do Titi, ele era o único que estava sabendo realmente de tudo entre eu e o Titi desde antes deu ir pra lá.

PAUSA PRA UM GRITO>>> ”CARALHO, QUERIA TODOS VOCÊS POR PERTO, QUERIA TER PASSADO MAIS TEMPO COM TODO MUNDO! QUERO BELO HORIZONTE AQUI DO MEU LADO!” (momento desabafo)

MOCOTÓ> fui vê-lo apenas no meu último dia, ele estava viajando e assim que chegou foi me ver nas baladas, o meu clone é muito fofo, me prometeu vir pra Londrina assim que passar na Federal em medicina, como o acho muito inteligente, já estou esperando a visita. Passei menos tempo que esperava com ele, fui ‘seqüestrada’ no meio do caminho para o Bingo, pelo o Titi, na verdade ele estava me levando para ver a Nessa. O Mocotó foi com o Perna e o Serginho nos buscar na mansão dos libertinos e logo logo foi embora. Mas de qualquer forma to aliviada por saber que ele passar por aqui para me ver mais pra frente. Meu clone é realmente um menino fofo e simpático.

PERNA> tenho realmente que parar de chamá-lo assim, Daniel Werneck combina muito mais com ele. O Pernica me pareceu muito mais quieto do que me deveria ser, ele mesmo assumiu isso, mas tive bons momentos ao lado dele, ou melhor, com ele no meu colo, conversando na casa da Déa. Queria ter passado uma semana inteira ao lado dele, conversando, conversando... me pareceu de certa forma que ele tava carente de amigas e no entanto eu não consegui supri-la. Muito foda escutar que eu e a Lia éramos muito mais amigas dele do que meninas que ele conhece á anos. Ganhei do Perna um potinho com gomas de presente de Natal (que a Tati e a Caty abriram falando que eu estava me prendendo muito nas coisas materiais – desculpa para roubar as gominhas), e pedi pra ele um livro pra ler na volta, já que eu só tinha levado “Sobre a Modernidade” de Baudelaire (eu achava realmente que ia ter o walkman me acompanhando) e fui salva mais uma vez por um livro do Perna que agora é meu, com direito a uma bela dedicatória e tudo “Pé na Estrada”, Jack Kerouac. Ele já está até me ajudando a ver os lances de um possível mestrado em Artes Visuais por lá!

NESSA> como foi bom ver minha sista, nos falamos todos os dias, mas achava realmente que não ia vê-la, era pra eu ter pelo menos passado na festa do ano novo lá (agora me sinto aliviada por não ter ido, todos ficaram pelados!), bom saber que minha menininha está bem, e muito bem por sinal, ficamos até altas horas da manhã conversando num posto que fica perto da Obra (o bar que eu não vi) eu, a Nessalita, o Titi e o Lucas de Curitiba. Sobre a Nessalita, já falei bastante dela por aqui, o que importa é que ela está muito mas muito bem mesmo!

LUCAS> garotinho que conheci numa verdurada a uns 2 anos atrás, logo quando eu e o Douglas terminamos, fiquei com ele nessa época. Muito bom revê-lo, fazia mais de 1 ano que eu não o via – desde que fui para Curitiba no ano passado, acho que foi a última vez que vi o Nils também (mas isso é uma outra história), conversamos muito sobre a faculdade, a vida... saudades deste menino. Comentário da Bebel a respeito do Lucas “Garoto rosa”. NOTA: o Lucas lembra o Paul McCartney quando novo, mas é ruivinho.

BRUNICO> nossa como gostei de conhecer este menino, estava achando que ele não ia falar nada, absolutamente nada, por ser muito tímido, na verdade o imaginei como a Anne (que estava em BH também). O Bruno estava fazendo muito cu doce pra sair, tendo crisesinhas de ciúmes por causa do Titi, no final eles até que se deram bem, Bruno, menino ultra cheiroso, delicado, charmoso e dono da barba mais macia que eu já toquei, queria ter passado muito mais tempo com ele também, na verdade eu havia prometido isso pra ele mas não deu certo.

PEDRO> conheci por causa do Bruno na internet, achava ele um chato pra falar a verdade, não conseguia conversar com ele direito, no entanto pessoalmente ele é o oposto das outras pessoas na internet. Fala muito, é divertido, simpaticíssimo, bem gatinho (como eu disse pra ele), não sei porque a auto estima dele é tão baixa, ele desenha bem, é criativo também (hi, deve ser o mal deste tipo de gente, como eu, o Perna, a Nessa...). Prometi escrever uma carta pra ele, vai pro terceiro lugar da fila, antes preciso escrever pro Caio do Rio e para o Danilo de São Paulo.

DÉA> namorada do Pedro, fiquei muito feliz em ver a empolgação do Pedro em querer realmente que eu conhecesse a namorada dele – os olhos dele brilham quando ele fala dela, ela me pareceu simpática mas conversei muito pouco com ela, não achei que os dois eram feitos um pro outro, mas deve estar valendo muito a pena, olhos brilhando não é pra qualquer relacionamento.

MAX> o baterista que disse que sabia fazer estrelas... tudo mentira, ele levou papel colorido pra ficarmos fazendo estrelinhas na casa do Arroz e não conseguiu fazer. Dono de uma p*** batata de perna, descobri que ele o mais novo fetiche da mulherada, baixinho, óculos de armação preta remendado com esparadrapo, cabelinho cacheado e no momento 4 meninas afim do raparigo. Não conversamos muito, mas que ele é divertido isso ele é.

CRIS> uma das poucas meninas simpáticas de BH, toda tatuada, pequenina, fazendo aula de canto lírico, uma figurinha. Ah, assim que nos conhecemos ficamos cantando Save Ferris, ou melhor resmungando. No meu ultimo dia lá ela ficou ensinando as técnicas de Body Modification... bizarro, sorte que meu clone tava do lado pra me proteger há há há!

DÉA> esta foi a primeira Déa que conheci, passei o ano novo na casa dela, muito meiguinha, delicada e baterista realmente não era algo que seu visual denunciaria, me tratou muito bem, comi muito pão de queijo na casa dela, mas muito mesmo putz, que troço bom “sô”.

JULIANO> tô um pouco sem palavras pra ficar descrevendo o Ju, nos conhecemos a um ano e meio mais ou menos, pelo ICQ ele querendo saber mais sobre o curso de artes e eu achando ele um pentelho, não via a hora de manda-lo a merda, e na opinião dele nunca conseguiriamos ser amigos... só que as coisas mudam e como mudam, passei uma tarde junto com ele, visitamos museus, galerias de arte o Parque Municipal que é lindo. Termos passado uma tarde inteira juntos foi realmente muito foda (como eu queria ter tido este tempo com todas as outras pessoas que conheci), pelo menos agora, tanto eu como ele sabemos o quão grande é o espaço do outro dentro do coração de cada um.

BEBEL> namorada do Ju, um amorsinhu, muito querida mesmo. Me dei muito bem com ela, conheci a mãe dela e era outra simpatia também. Gostei do “potinho” com a lingüa dona Bebel... espero que passe no vestibular!

FU> to aqui tentando lembrar do que fiquei chamando ele no primeiro dia na casa do Arroz, era algo parecido com “encrenqueiro”/”enchaqueca” ah, sei lá me esqueci. Fu, garotinho malandro como o André (mas na verdade não passa de saudades da namorada), ri muito das palhaçadas dele. (Lembrei, chamava-o de Ranzinza. Nota do Tagori: ele o chama de Fugêncio)

ANNE> esta entrou calada e saiu muda, o que fiquei sabendo dela é que ela tinha vindo da Inglaterra passar o ano novo aqui no Brasil pra ver a família, ela é de São Paulo mas mora lá. Estava na casa do Perna. É tudo que posso falar sobre a garota Anne.

THIAGO> primo do Brunico, muito divertido e simpático também, ganhei um CD dele (na verdade do Pedro), mas da banda dele Diesel, já havia escutando de tanto o Bruno falar. Bruno, devo te confessar uma coisa, não achei ele nada bonito.

NANDA> acho que a Nanda, namorada do Thiago ficou com um pouco de ciúmes de mim no começo, porque ficamos falando de comida vegetariana e coisas do tipo... mas depois tudo ficou nos conformes, pode ter sido apenas uma impressão.

TÚLIO> (estou sob a supervisão do Tagori aqui para escrever sobre meu querido amigo Tuiuiú – para o Tagori – Túlio Borges) Bom, foi um encontro meio “fast-food”, meu último dia em Belo Horizonte, já havia sido seqüestrada pra ver a Nessalita e resolvemos ir num “Macarrão” na Savassi. Chegando lá, um monte de gente me esperando, e eu trocando fofoquinhas com a Dona Vanessa Laura, o Túlio num cantinho comendo macarrão com a namorada (não faço idéia do nome dela – graças ao meu bondoso assistente o nome foi descoberto, é Débora). Conversei com ele meio rápido, ele já estava indo embora; levei uma bronca por não ter ligado pra ele antes e uma outra por ser meu último dia na cidade. De qualquer forma, foi bom revê-lo, olhar aqueles belos olhos do “tio OP encrenqueiro” do mIRC.

VINNIE> Pelo jeito ele não tava muito afim de receber visitas, mas de qualquer forma subi até o quarto dele para dar um oi rápido, o Vinnie estirado na cama, de samba canção, lendo. Logo se sentou, começamos a conversar e não paramos mais, até o Titi vir nos chamar pra irmos encontrar o pessoal. 1) Vinnie, paguei um pau para suas tattoos do Klee nos braços; 2) quero conhecer o “buraco negro”.

JULIO> (é, o Tagori do meu lado enquanto eu escrevo sobre BH é fogo, cada pessoa um comentário) sobre o Júlio, acabei de saber que ele era o cara com que eu me correspondia e conversava na internet. Ele é de Vitória e tava lá na comuna junto com a Nessa e o Lucas de visitas, conversei muito pouco com ele mas fiquei muito puta em saber que o Júlio (que estava lá assoando o nariz numa camiseta) é o Júlio (que eu conversava na internet, me correspondia), que eu fiquei do lado dele e mal troquei meia dúzia de palavras, que mérde (como diria a Nessa)!

Taí, minha viagem está nestas pessoas, no meu convívio com elas, em lugares que elas me apresentaram, me acompanharam... A ordem das pessoas não tem a ver importância ou qualquer coisa que o valha, fui escrevendo e relacionando a acontecimentos, portanto de uma geral aí em cima, em cada um, caso queria realmente saber como foi meus dias por BH. Eu já tinha avisado que não queria deixar isso com cara de diário...

O ÔNIBUS (parte II)
Mal saímos da rodoviária o maldito ônibus pára por algum motivo, acho que ele estava esperando outro ônibus que seguiria viagem junto, resultado disso, só fui sair de BH 9 horas da manhã, num lugar que estava sentada á pelo menos 1 hora. A mesma poltrona 21, janela. Desta vez um senhor magro, muito estranho que havia embarcado atrasado junto com uma mulher, senta do meu lado; ele passou a maior parte da viagem indo pro final do ônibus conversar com esta mulher. Devido á parada do maldito antes do início da viagem, os queridíssimos passageiros resolveram se unir para reclamar, e logo em seguida já estavam todos enturmados – eu neste momento tentava dormir já que tinha dormido somente 2 horas e meia no dia anterior. Tentativa imbecil a minha, tentei enfiar a cara no livro, umas 20 páginas depois saímos do lugar e consegui dormir. Malditas sejam as viagens diurnas!! Todos acordados, enturmados, montaram uma roda de truco, desta vez não passei muito tempo acordada mas sei que o casal que estava mais a frente do outro lado era uma freira (que ficou cantando musicas “chicanas”), um padreco do lado dela e outro numa poltrona lá no fundo (na frente da mulher que acompanhava o homem estranho). Este povo todo se juntou lá na frente junto com umas senhoras que se empolgaram em conversar com a freirinha (ela não devia ter mais de 35 anos) esta com um sotaque maldito me atormentando a viagem toda – a freira e os padrecos são da Guatemala mas estudam aqui no Brasil. Atrás de mim um casal de velhos, ambos chatíssimos (daqueles ranzinzas mesmo). Começaram a reclamar, a velha toda hora se pendurava na minha poltrona, puxava o meu cabelo e ainda tossia na minha cara; os dois brigavam o tempo todo, brigavam pra ir ao banheiro, pra pegar água no ônibus, pra comer... pra tudo! Pra ajudar a situação o maldito numa parada compra um queijo mineiro que ficou “perfumando” aquela região ao meu redor (talvez seja porque eu sou bem sensível a cheiros, ou porque já estava bem irritada com os velhos que não calavam a boca, mas aquilo foi o fim da picada!). Ah, não teve jeito, tomei um Dorflex e um Dramin para amenisar um pouco aquela enxeção de saco toda!
E chega de falar desta merda de volta.

Só queria poder ter todas as embalagens de TODOS que consumo (não me importando o grau que fosse o consumo), assim poderia ver a data de validade, os ingredientes, de onde provém, teria um “0800” a minha disposição para reclamar, sugerir ou até mesmo verificar um revendedor mais próximo caso gostasse do produto* e quisesse consumí-lo de novo.
Não acho que esteja pedindo demais, não estou pedindo um manual de instruções, este eu já sei que não vem em todas as embalagens mesmo. Se bem que se tivesse também sugestões ou receitas-alternativas no verso não seria nada mal.
* A palavra “produto” soou forte? Não seja hipócrita... somos consumidos como tais diariamente, o tempo todo... por nosso trabalho, por nossa família, por amigos, por objetos... enfim, somos produtos!
Caso não gostou, caso não concorde, o guest se encontra aí ao lado, mas quer saber mesmo... Que se dane!!
>> Escrevi isso antes de ir para cama no dia 08/01/2002, 6:38 AM, meio impulsivo concordo, mas fazia parte do clima sonolento, porém empolgante devido a idéia. Pensei em falar mais um pouco sobre isso aqui, sobre esta viagem nem tão utópica de ter embalagens de pessoas... Clones, trangênicos... qualquer dia compro você no supermercado, numa promoção “pague 1 e leve 2”.


Ainda não consegui ler todos os bloggers da minha lista, não estou atualizada, mas queria muito agradecer o Dennis pelo post dedicado a mim... Do contrário que o Perna pensa, não vejo Hermann Hesse como um escritor de hyppies. De qualquer forma, que as cortinas se abram e que o espetáculo comece dentro do Teatro Mágico de cada um! (caso não tenha entendido o que escrevi, vá ler O Lobo da Estepe).

domingo, janeiro 6

Calma, calma pessoal, to tentando escrever sobre Belo Horizonte e tá foda, já escrevi 6 páginas no Word, não quero que fique com cara de diário de bordo, mas não sei ocmo não ficar, vai que no final eu dou uma de louca e não escrevo nada... mas saibam uma coisa, a viagem foi muito foda, muito mesmo, as pessoas também... todas que conheci... o pessoal daqui tá falando que me mimaram demais por lá, e mimaram mesmo...... putz amei tudo e a todos... aguardem o post, e eu espero realmente que eu consiga escrever, dai coloco os links dos bloggers novos, como o do Pedro e o da Lia.
Ah, a Carol escreveu, um e-mail muito foda, mandou beijos para todos, disse que tá morrendo de saudades!
Humm, Danilo, desculpe não ter te ligado no teu niver, passei com a bunda no ônibus, tentei ligar ai sábado, mas não rolou também de falar com você. Seja Feliz menino lindo!
Murilo, mexa a "bundinha"... e dona Angêla, ajude o reclamão...