sábado, dezembro 29

To indo viajar pra Belo Horizonte, volto no dia 3 de janeiro... se cuidem!! Tentarei me cuidar também, se der eu escrevo alguma coisa aqui...
Beijos e se cuidem muito meus queridos...
PARA AS MOSCAS:
Moscas, parem de sobrevoar os quitutes da vovó!! Vou matá-las!

Hora de chutar o BARDE e mandar tudo a Puta Que Pariu. Amanhã á noite eu subo pra Belo Horizonte, vou ver o Titi (o marido! Nem acredito que está dando certo isso...), o Arrrozito, a Nessalita (que também foi passar o ano novo por lá), conhecer o Perna, o Mocotó, o Brunico, o Pedro, talvez quem sabe eu consiga encontrar a Dri, o Túlio e a Cris...
Bom, ontem tentei ter mais uma conversa com minha mãe a respeito da viagem, nada produtiva por sinal.
De madrugada encontrei minha prima na internet, a Fernanda começamos a colocar as fofocas familiares em dia e descubro que a coitada também está em crise, vai fugir do ano novo daqui de Londrina (a família da Fer é de Limeira, ela estuda e mora em São Paulo) – já que a reunião familiar deste ano é aqui. E vai pra Bahia, falou pra mãe dela que se ela quisesse vê-la denovo, era pra ela pagar a passagem de volta, já que ela esta indo apenas com a passagem de ida. Uia, logo a Fer... isso muito me surpreendeu, só quem conhece a Fer á anos sabe de onde vem o meu espanto, sempre foi muito mimada, teve tudo que queria, jóias, roupas, viagens, só que a coitadinha sempre vinha pra Londrina ficar com as primas loquinhas dela, e logo logo a Fer toda mimada começou a chutar o barde!
Eu aqui toda preocupada com minha mãe, e sabe qual foi a opinião dela sobre a minha viagem: – O Cá, larga tudo aí, deixa o barraco cair e o povo se estrupiar e vai viajar, vá se divertir, você ta precisando disso (ela não falou exatamente assim, mas foi algo parecido com isso)! Adivinhem o que eu vou fazer... ir para Belo Horizonte de deixar a bomba aqui explodindo! Acho que é a hora deu cuidar um pouco de mim, olha só, e ainda vou poder devolver o livro do Perna que esta comigo.
Quanto á viagem de Curitiba e de Joinville, estas vão ter que esperar eu voltar pra resolver e de certa forma espero que eu consiga ir também pra estes lugares. Encontrar os amigos e resolver os meus outros pepininhos antes de seguir em frente com minha “sobrevivência”.
Nossa, devo estar parecendo uma menininha mimada querendo fazer uma viagem boba e superfola de férias. Quem me conhece sabe que eu não ando bem, sabe que eu não sou assim, chata, mal humorada, desanimada e sabe que eu estou realmente precisando sair daqui.
A cada 2 meses me dá grandes trimiliques que se eu não vou pelo menos até Maringá ver gente diferente, ver amigos que não vejo sempre, eu surto, começo a ficar louca. Não que os meus amigos daqui não me façam bem, mas me manter numa constante, numa mesmice, realmente me faz mal.
Quando não posso viajar, começo a inventar coisas diferentes pra turma fazer, como o “juntar panelas” que com o tempo resultou nas “pizzadas”, “macarronadas” e no último que teve foi um strogonoff... pelo menos nestas coisas não tem o que se reclamar da turma, ela se reúne e muito bem em volta de uma mesa de comida – as meninas cozinham, os meninos colocam a mesa, lavam a louça, secam e guardam. Uma belezinha, imagine se a moral das meninas da turma não são das mais altas – conseguir a façanha de colocar os filhinhos delas para arrumar a cozinha. Não que isto fosse difícil, mas na casa deles com a mãe do lado... fora os elogios que ganhamos graças nossas macarronadas! Hiii, lembrei do Recife agora, garotinho daqui que só me chamava de Macarroni Girl, e que eu vivia dando bronca nele pra pegar mais firme com a banda dele, no final de tanta bronca, ele só me agradecia.
Nossa, quanta bobagem escrita aqui, comecei xingando todo mundo e no final to falando do Recife... maldita seja a inconstância que me persegue.
Bom, queria falar de mais uma coisa aqui, estava lendo os posts do Dennis com os pseudônimos e tal, fiquei pensando no porque ele haveria de omitir pros seus leitores o nome do Jornalista da Gazeta Mercantil, depois de um tempo acabei encontrando a palavra “prudência” para justificá-lo.
Fiquei eu pensando em toda a minha imprudência em ficar aqui me expondo, e expondo as pessoas ao meu redor, e cheguei na palavra “dane-se”, azar o destas pessoas que de uma forma ou de outra entraram na minha vida e agora encontrar seus nomes expostos neste pseudo-diário. Isso tudo me levou também a um comentário feito pelo Jota (de Salvador), “Como você tem coragem de escrever que chupou paus, e deixar assim na internet, exposto para qualquer um!”, a resposta dele foi que eu era meio louca, a minha é: E porque não colocar já que isto faz parte da minha vida. Já falei umas trocentas vezes o porque escrevo aqui, mas vale a pena lembrar de vez enquando para não ter que ficar ouvindo encheção de saco.
***EU ESCREVO AQUI PORQUE NÃO CONSIGO FICAR QUIETA E NA MAIORIA DAS VEZES ÁS PESSOAS NÃO TEM MUITO SACO PRA FICAR ME ESCUTANDO, PORTANTO ESCREVO AQUI PARA CONTINUAR MANTENDO MINHA INQUIETAÇÃO SACIADA, AÍ NÃO TENHO MAIS PROBLEMAS DE FICAR SENDO MUITO CHATA, LÊ QUEM QUER, QUANDO QUER E SE QUISER! E POR SER O MEU BLOGGER, FALO O QUE QUERO, DE QUEM EU QUERO E QUANDO EU QUERO!***
Caso alguém se sinta ofendido, não foi minha intenção, mas por favor, não venham me dizer o que achariam melhor pro meu blogger... caso tenha dito algo sobre vocês que seja uma inverdade (coisa que eu não acredito), me falem que eu mudo! Meu e-mail está a disposição de vocês camilafa@hotmail.com ou o meu ICQ – 51993528, ou até mesmo, o maldito GUEST!

sexta-feira, dezembro 28

A sim, claro que tive fontes de inspiração para este texto fora claro as mulheres da família, um grande trecho do livro Alta Fidelidade do Nick Hornby, e assim ele vem logo ai em baixo:
“Vejam só todas as coisas que podem dar errado para o homem. Há o problema de nada-acontecer, o problema de coisa-demais-acontecer-cedo-demais, o problema de desalento-desolador-após-começo-promissor; há o problema de não-dar-conta-do-recado... e com o que as mulheres têm que se preocupar? Um punhado de celulite? Bem-vindas ao clube. Um pequeno surto de qual-a-minha-avaliação? Idem.
Eu tenho prazer de ser homem, acho, mas às vezes não tenho prazer de ser homem na segunda metade do século vinte. Às vezes eu preferia ser o meu pai. Ele nunca teve que se preocupar em dar conta do recado, porque nunca soube que havia qualquer recado a ser dado; nunca teve que se preocupar com sua avaliação na lista dos cem mais fogosos de todos os tempos da minha mãe, porque era o primeiro e o último da lista. Não seria ótimo se vocês pudessem conversar sobre este tipo de coisa com os seus pais?
Um dia, talvez, eu tente. “Pai, você alguma vez já teve que se preocupar com o organismo feminino, seja em sua forma clitoridiana seja em sua (possivelmente mítica) forma vaginal? Você sabe, na verdade, o que é o orgasmo feminino? E o ponto G? O que significava “bom de cama” em 1955, se é que significava alguma coisa? Quando o sexo oral foi importado para a Grã-Bretanha? Você inveja a minha vida sexual, ou tudo parece terrivelmente trabalhoso para você? Você alguma vez ficou ansioso a respeito do tempo que demorava, ou não pensava nesse tipo de coisa na época? Você não fica feliz de nunca ter precisado comprar livros de culinária vegetariana como um primeiro e pequeno passo na direção de fazer alguém baixar as calcinhas? Não fica feliz de nunca Ter tido uma conversa do tipo ‘Vove pode ser politicamente correto, mas você limpa a privada?’ Não fica feliz por ter sido poupado dos perigos do parto que todo homem moderno tem que enfrentar?” (E o que ele diria, eu me pergunto, se não ficasse emudecido por sua classe, seu sexo e seu acanhamento? Provavelmente algo como “Filho, pare de se lamentar. A trepada boa não havia sido nem inventada no meu tempo, e não importa quantas privadas vocês limpem, nem quantas receitas vegetarianas tenham que ler, ainda assim vocês se divertem mais do que nos foi jamais permitido”. E ele teria razão também.)
Este é o tipo de educação sexual que eu nunca tive – a que lida com os pontos G e que tais. Ninguém nunca me falou nada de importante a respeito de como tirar as calças com dignidade ou o que dizer ao outro quando você não consegue uma ereção ou o que significava “bom de cama” em 1975 ou 1985,vamos deixar 1955 para lá. Entenda isto: ninguém me falou nem de sêmen, só de esperma, e há uma diferença crucial. No meu entender, umas coisas microscópicas parecendo girinos pulavam invisivelmente do seu pinto, e foi por isso que, por ocasião da minha primeira... bem, vamos deixá-la para lá. Mas esta compreensão desastrosamente parcial dos órgãos sexuais masculinos causou angústia e constrangimento e vergonha até que numa certa tarde num Wimpy Bar um colega de escola, a propósito de nada, observou que a saliva que havia deixado no seu copo de Wimpy-Cola “parecia porra”, enigma esse que me deixou febrilmente perplexo durante todo um fim de semana, embora na hora, é claro, eu tenha rido como se soubesse o que era. É difícil olha para uma substância estranha boiando em cima de um copo de refrigerante e a partir dessa informação mínima deduzir o milagre da vida em si, mas é isso que eu tinha que fazer, e foi o que fiz.”

Acho que seria legal falar um pouco de amor/sexo, mais especificamente dos amores e vida sexual das mulheres da minha família – vou por gerações.
Minha bisavó (Dona Edith), tirada da fazenda do seu pai com uns 14 anos, casou-se com meu bisavô que deveria ter uns 20, deve ter tido uma vida sexual bem mais ativa que minha avó, já que meu bisavô vivia em bordéis e coisas parecidas. Para agradar a minha bisavó deveria dar uma “boa comparecida” nas suas noites de retorno a casa depois das longas horas de bebedeiras, jogatinas e bordéis (Sobre o meu bisavô Seu Odalico, sei poucas coisas como por exemplo ele enriquecer e empobrecer em menos de 24 horas e provavelmente isso ocorreu mais vezes do que as trepadas de minha avó). Quanto ao amor, acho que ela não sabia exatamente em que consistia esta palavra, apesar de ler muito.
Minha avó (Dona Circe), na verdade o amor para ela se resumia em trocar cartas contado do seu dia a dia com alguns raparigos de longe, isso não envolvia tato, odor, gostos... provavelmente se ela estivesse minha idade com a cabeça que ela tinha na época, acho que ela se daria bem com os “namoricos na internet”, bastava qualquer indivíduo escrever meia dúzia de palavras doces para ela ficar ruborizada e satisfeita. Casou-se com meu avô, este cheio das incrustações nipônicas. Provavelmente não tiveram muitos contatos sexuais fora os que originaram 8 gravides das quais somente 5 vingaram. Após alguns anos de casados passaram a dormir em camas separadas.
Minha mãe (Cristiane), ela já sabia um pouco mais de sexo, pelo menos presumo isso, mesmo dizendo que só deu pro meu pai (infeliz ela), engravidou antes de casar (uns 3 meses antes), mas continuou afirmando pros filhos que engravidou na primeira (infeliz denovo) – se bem que duvido muito que a coitada tenha se fudido na primeira foda (isso ficou engraçado!), imagino que suas experiências sexuais não tenham ido muito além de variações de “papai e mamãe”. Agora tá aí de certa forma não querendo realmente se separar do meu pai com medo de começar denovo, de nunca mais transar na vida (isso a respeito da parte sexual). Estas coisas acontecem bem mais com as mulheres, em achar que nunca mais vão conseguir alguma coisa. Sobre o amor, acho que ela esperava bem mais do que teve, nada com um príncipe num cavalo branco, mas pelo menos um parceiro que fosse mais companheiro, mais amigo, mais amoroso, mais sensível... coisas do tipo.
Minha irmã (Ciça ou Cecília), devo admitir que a primeira experiência sexual dela veio antes da minha, ela já namorava a um ano quando resolveu “dar” (pelo o que ela me falou – se bem que ela nunca confessou estas coisas com todas as palavras pra mim). Acho que suas experiências sexuais até o presente momento não se diferiram muito das da minha mãe... digamos que eu a ache levemente reprimida – ela é daquelas que fala mais do que come! Espero que agora com um pouco mais de intimidade ela se realize de forma mais completa (sexualmente). Ah, quanto ao amor, pelo menos isso (por enquanto) ela sabe o que é, está totalmente apaixonada pelo namorado (seu primeiro e único). Sorte o Bá ter uma mente um pouco mais aberta e talvez levá-la á um orgasmo (um não, mas encontrar o ponto G e despertá-la a novas experiências, e assim por diante).
Hiii, agora a parte difícil EU, digamos que antes de transar realmente, eu já tinha sido masturbada, já tinha masturbado, já tinha chupado e vice-versa, e assim por diante (já tinha feito tudo quanto é preliminar e sexo que é bom nada), hoje posso me orgulhar de ser a primeira destas 4 mulheres a ter tido mais de UM parceiro sexual... isso que eu nunca tive namorado... sim eu sou a primeira “putinha” da família. E saibam que me orgulho realmente disso! Sobre o amor... não posso dizer nada a respeito, não espero nada... só fico deixando as coisas acontecerem, e devo confessar de que quando sinto que algo próximo da palavra amor se aproxima eu logo saio correndo... é aquela história dos meus MEDOS denovo, espero que um dia o encontre... não no maldito cavalo branco, hoje em dia ou o cara faz hipismo (e o cavalo vem embaixo dele), ou faz fretes nas suas carroças com um pangaré na frente (aí o cavalo vem na frente do coitado) – e eu realmente não espero nenhuma destas situações, nem parecidas! Portanto fico eu aqui esperando minha vez de ser ridiculamente apaixonada, talvez sentindo o que dizem que é amor.

Hiiiiiiii, este post ai de baixo ficou um saco, até eu me enchi de escreve-lo, portanto vai ficar assim mesmo. Não ando tão legal, também era de se esperar que este texto ficasse um lixo. De qualquer forma, vai um trechinho do livro que estou lendo... Mania de me achar em palavras alheia.
“Minha genialidade, se puder chamá-la assim, é combinar toda essa carga de medianidade numa estrutura compacta única. Eu diria que há milhões como eu, mas não há, na realidade: muitos caras têm um gosto musical impecável mas não lêem, muitos caras lêem mas são gordos demais, muitos caras são simpáticos ao feminismo mas têm barbas idiotas, muitos caras têm um senso de humor como o Woody Allen mas se parecem com Woody Allen. Muitos caras bebem demais, muitos caras se comportam de modo idiota ao dirigirem um carro, muitos caras se metem em brigas, ou ostentam seu dinheiro ou tomam drogas. Eu não faço nenhuma destas coisas, sério; se me dou bem com as mulheres não é por causa das virtudes que tenho, mas por causa das sombras que não tenho.”
(Alta Fidelidade – Nick Hornby)

Já faz alguns dias que eu não escrevo, já ta na hora de erguer um pouco a cabeça e olhar o que tem ao meu redor e ver o que ele pode oferecer pra mim...
Minha mãe anda sendo “boazinha” com meu pai, o que me leva a crer que ela continua sendo uma pobre-alma-tonta-apaixonada... (Olha só Murilo a parte que você falou sobre as ridicularidades que os apaixonados cometem). Ai, fico aqui pensando se não seria melhor mandar a coitada da minha mãe ás favas e ir viajar, seguir o meu roteiro antes do caos, ir pra Belo Horizonte, voltar, depois ir pra Curitiba e Joinville. Daí sim voltar pra enfrentar o caos de frente... Logo eu que sempre gostei do caos, fico fugindo dele... contradições, contradições.
Muito tempo de greve, muito tempo de vida pacata, muito tempo pra pensar, muito tempo pra fazer cagadas. Antes da greve (não pensem que agora vou jogar a culpa toda na greve), meu tempo era 100% ocupado... manhãs> aula, tardes> trabalho/ projeto, noites> projeto/ monitoria/ estágio/ ensaio da banda... fora os trabalhos da faculdade, provas, os relatórios do projeto, do estágio, planejamento de aula... e guardar tempo pra fazer baladinhas com os amigos.
Derrepente não sei mais lidar com nada disso, não consigo mais pensar, reagir, me mover... quando eu digo que me sinto uma ameba, não é mais uma das minhas brincadeiras, é porque estou me sentindo mesmo, me sentindo um ser vivo completamente incapaz.
Ok, nada mais de melodramas, esta semana sem falta eu visito a Olívia, tento “fugir” para Belo Horizonte, e tento cuidar um pouco de mim. A Nessalita também vai pra BH passar o ano novo lá, seria muito bom encontra-la.
Ah, não pensem que eu sou uma menina mal educada, obrigada a todos que de alguma forma tentaram melhorar meu ânimo, me ajudar, me aconselhar. Obrigada aqueles que não tiveram palavras, mas se mostraram solícitos... Muito obrigada mesmo!
Obrigada também pelos cartões de natal, e-mails... não respondi nenhum, mas também não estava com clima de festa. Espero que entendam!

domingo, dezembro 23

Merda.... Merda... Merda.... obrigada Dedé por tentar se matar e me avisar.... melhorou muito meu estado!

Estou mais calma, to até puxando uns Beach Boys da internet... acho que já dá pra falar um pouco do dia de hoje!
Bom, dormi muito mal hoje, sonhei a noite toda que bicudava a cara da suposta amante do meu pai com meu coturno, lembro-me só de deixá-la desconfigurada e de saber que ela não ia de forma alguma conseguir me fuder... (vantagens de ser politicamente/intelectualmente influente e ela uma VAGABUNDA*). De qualquer forma foi isto que rondou a minha cabeça durante a noite toda, e eu nem se quer sei qual é a cara desta VAGABUNDA*.
Bom acordei as 9 da manhã (eu nunca acordo antes das 2 da tarde no Domingo), fui beber uma água e tentar dormir, tentativa nula, levantei 20 minutos depois.
Chego na cozinha e minha mãe lavando louças e lágrimas escorrendo. Pouco depois ela me conta que ontem antes de irem para o jantar na casa da minha tia, toca o celular do meu pai era é a VAGABUNDA; ela atendeu, falou uns trocentos desaforos pra mesma e quebrou o pau com meu pai... conclusão, desta vez nada de perdão, nada de volta. Ela já tinha decidido não dar mais chances, ele falou que ia largar desta VAGABUNDA, mas não o fez. Jogou fora um casamento de 23 anos (hoje era pra ser o aniversário de casamento deles), mais um namoro de 7 anos, e uma mulher apaixonada por ele por uns 33 anos.
Não ligaria se ele metesse o pé na bunda da minha mãe depois arrumasse centenas destas VAGABUNDAS, mas fazer isso com ela foi o fim da picada... Eu acreditar que o mundo é perfeito e que nada disso aconteceria comigo seria ingênuo demais, mas como isso aconteceu, só me resta a vontade de concretizar o sonho de hoje!
Fora isso, a Celma (é com C mesmo), a tartaruga da minha mãe (o maior xodó dela ultimamente) caiu do terceiro andar. O porteiro apareceu com ela toda ensanguentada, minha mãe levou pro veterinário, mas ela ainda tá com suspeitas de hemorragia interna. Resta torcer que a vitamina K que foi aplicada na bunda da coitada resolva os danos dela.
Hoje, ia ter a minha conversinha convincente com a minha mãe a respeito da minha viagem no ano novo pra Belo Horizonte, lógico que não vou mais poder ir, agora fudeu tudo. Mas o que é pior, é que ainda conservo uma maldita esperança de sair daqui até o dia 29... de ir pra lá, depois voltar, lavar as roupas e ir pra Curitiba e Joinville... Mas acho que não vai passar de esperanças nulas!
Minha irmã em uma semana mais ou menos se muda pra São Paulo em definitivo, meu irmão já mora com a minha avó... ou seja, logo serei eu e minha mãe... Provavelmente eu tenha que arrumar um emprego de verdade, ajudar nas despesas com a casa. Nunca mais ir viajar (já que a faculdade não terá mais férias até 2003), ainda tenho esperanças de fazer outra faculdade, provavelmente de psicologia, e desta vez bancada por mim, não terei mais condições de passar numa faculdade pública, na verdade não sei como passei na UEL, nada de viajar, porque depois começa trabalho, trabalho e mais trabalho... e bem vinda ao mundo adulto e cheio de coisas chatas, responsabilidades, burocracias...
Fora tudo isso, já estava com rolos suficientes na minha cabeça, minha displicência com meus amigos, nunca fiz isso, nunca os deixei, e desta vez não consigo nem conversar com eles... Não estou entrando no ritmo deles, fico na internet, choramingando e fortalecendo a minha teoria de pessoas carentes usuárias de chats internautas.
Me sinto fraca, impotente... mais uma vez! Que merda... Obrigada querido Papai Noel pelo presentão de Natal! Obrigada por ter resolvido jogar toda a merda acumulada do ano no ventilador e justo agora! Justo em mim!
Sabe o que é pior, é saber que quando as coisas não tem mais onde piorar elas sempre dão um jeitinho e pioram muito mais, de forma descomunal...
É Lucas, faço das suas as minhas palavras: Sabem como eu estou? Indo, Sobrevivendo.
Maldito seja este mundo medíocre e ingrato!
Acho que está bom por hoje, desculpas a todos os que tentaram me ajudar hoje, os que se dispuseram a conversar, a ajudar, a me animar, desculpa por não ter sido recíproca hoje, recíproca sempre...

* VAGABUNDA foi o termo menos chulo que pude encontrar para definir o que sinto por este ser nem tanto ignóbil...

sexta-feira, dezembro 21

Vamos lá, um post rápido pra hoje, um copo de Ades de maçã me acompanha agora.
Os meus 3 últimos dias pra variar foram confusos e muito, mas devo admitir, fazer compras é algo que realmente mantém a mente num estágio letárgico, logo não vou falar das minhas nêuras “romanticas” agora.
Shopping Center abarrotado de gente, as ruas do calçadão de Londrina mais pareciam formigueiros se preparando para uma guerra, lojas de departamento mais um outro caos... Final de tudo isso, comprei, comprei, comprei... não compras de natal, na verdade estou pouco me fudendo pra isso, mas roupas pra mim porque eu estava precisando.
Eu e toda minha simplicidade... só me fodo, não se encontra mais camisetinhas da Hering com tanta facilidade e com o preço “básico” como a roupa, achei numa destas lojas populares estas camisetinhas, comprei 4 pelo preço de uma – diferenças de se comprar numa loja chamada Descontão ao invés de comprar numa outra chamada Hering Store. Na verdade gastei menos de 150,00 reais em 4 calcinhas, 2 sutiens, 1 calça, 4 blusinhas, 6 pares de meia e 1 tênis. Filha de turco, “peixinho” é! Poderia ter comprado mais uma calça, mas foi paixão a primeira vista pelo Adidas, não pude negar (ele lembrava meu falecido Puma que a maldita Nike fez o favor de comprar a fábrica e acabar com o único tênis que realmente gostei).
As merdas de ser muito básica, acho que básica até de mais me levaram a certos problemas, todas as blusinhas não são de algodão e tem alguma estampa horrível; as calças sempre com um bordado, uma pintura, ou uma costura desnecessária; os tênis me lembram sempre viagens intergalácticas. Ah, tenha dó... será que é tão difícil assim ser uma pessoa simples hoje em dia?!
Acho que está bom por hoje...

quinta-feira, dezembro 20

Pra não deixar ninguém triste por estar escrevendo pouco, vou redigir uma parte do livro do Hermann Hesse, “O Lobo da Estepe”, este vai em especial para o Dennis, com o seu teatro mágico!
“ Se examinarmos agora a alma do Lobo da Estepe, veremos que ele é distinto do burguês por causa do alto desenvolvimento de sua individualidade, pois toda a individualização superior se orienta para o egotismo e propende portanto ao aniquilamento. Vemos que tem em si um forte impulso tanto para o santo quanto para o libertino; no entanto, não pode tomar o impulso necessário para atingir o espaço livre e selvagem, por debilidade ou inércia, e permanece desterrado na difícil e maternal constelação da burguesia. Esta é a seca situação no espaço do mundo e sua sujeição. A maior parte dos intelectuais e dos artistas pertence a este tipo. Só os mais fortes entre eles ultrapassam a atmosfera da terra da burguesia e logram entrar no espaço cósmico; todos os demais se resignam ou selam pactos, pertencem a ela, reforçam-na e glorificam-na, pois em última instância tem de professar sua crença para viver. A vida desse infinito número de pessoas não atinge o trágico, mas apenas um infortúnio considerável e uma desventurada, em cujo inferno seus talentos engendram e frutificam. Os poucos que se libertam buscam sua recompensa no absoluto e sucumbem no esplendor, são os trágicos e seu número é pequeno. Mas os outros, os que permaneceram submissos, a cujo talento a burguesia concede com freqüência grandes homenagens, a estes se abre um terceiro reino, um mundo imaginário mas soberano: o humor. Aos inquietos lobos da estepe, a esses contínuos e terríveis pacientes, aos que está negado o apoio necessário para o trágico, para subir ao espaço sideral, que se sentem chamados para o absoluto e, no entanto, não podem nele viver; para esses, quando seu espírito se fez duro e elástico na dor, abre-se-lhes o caminho conciliante do humor. O humor é sempre um pouco burguês, embora o verdadeiro burguês seja incapaz de compriendê-lo. Em suas imagináveis esferas realiza-se o ideal intrincado e multifacetado de todos os lobos da estepe; aqui é possível não apenas celebrar o santo e o libertino ao mesmo tempo e unir um polo ao outro, mas também incluir os burgueses na mesma afirmação. É possível estar-se possuído por Deus e sustenta o pecador, e vice-versa, mas não é possível nem ao santo nem ao libertino (nem a nenhum outro absoluto) afirmar aquele meio termo fraco e neutro que se chama burguês. Somente o humor, a magnífica descoberta dos que foram detidos em seu vôo para o mais alto dos quase trágicos, dos infelizes superdotados, só o humor (talvez o produto mais genuíno e genial da Humanidade) atinge esse impossível e une todos os aspectos da existência humana nos raios de seu prisma. Viver no mundo como se não fosse o mundo, respeitar a lei e no entanto colocar-se acima dela, possuir uma coisa como se não a possuísse, renunciar como se não tratasse de uma renúncia, todas essas proposições favoritas e formuladas com freqüência, todas essas exigências de uma alta ciência da vida, somente pode realizá-las o humor.”
(O LOBO DA ESTEPE – Hermann Hesse)

Quanto a minha pessoa... Escrevi para o Brum, ele vai receber uma carta com o que daria um ótimo post, ou com o Murilo que também tem um bom resumo do que anda acontecendo comigo... Como calar-se as vezes é realmente melhor, cá estou eu omitindo o meu dia a dia.
Ah, Danilo, valeu pelo telefonema... muito bom ficarmos falando merda, mas mesmo assim não tem o mesmo sabor do ao vivo... mas logo logo remediaremos isso!

SOBRE A CAROL, MINHA GÊMULA QUE ESTÁ NAS VISINHANÇAS DA LAPÔNIA, QUASE ESQUINA COM A CASA DO PAPAI NOEL!!
(Este não vai ser um post muito grande, mas é de utilidade pública!)
Estava eu, já em casa morta de cansaço e furando um convite para ir ver o “Festival do Minuto” (mostra de filmes com duração máxima de 1 minuto cada – a maioria de amadores). Quando me toca o telefone e eu com toda a má vontade do mundo que me era cabível naquela hora fui atender o celular... Derrepente vejo brilhando “Carol Gê-cel”, quase atendi e falei “Hey Bitch”, ou “Olá Putana”, ou um simples “Oi Gê”, mas me toquei que a Carol estava na Finlândia e que não poderia ser ela ao telefone... Era a mãe dela Tia Leonor, me falando que a Carol havia ligado, dizendo que estava tudo bem. Bom vou contar o que eu lembro da mãe dela me contando, já que a mãe dela resolveu ler um e-mail que ela mandou pra mim e eu quase chorando de saudades do outro lado do telefone, toda emocionada por a mãe dela ter ligado! Ela chegou lá e não sabia qual era o tipo de família que iria recebê-la (ela vai trocar de família toda semana). A primeira é constituída de um pai e uma mãe que falam muito bem inglês, e 2 crianças, uma de 4 anos e outra de 5, que não falavam absolutamente nada de inglês mas no entanto tentavam o tempo todo ensinar a Carol a falar Finlandês. Ela adorou esta família. Agora ela já está numa outra família com um pai, uma mãe e 4 irmãos, tá morando numa fazenda desta vez, os irmãos são ultra tímidos e não conversam com ela, mas segundo a tia Leonor a Carol descobriu que o mais novo tem 13 anos de idade (acho que ela falou que tinha um de 17, outro de 20 e mais um de 22, mas realmente não me lembro). Ela disse que está se divertindo muito por lá, e que não tem nada que ela faça que não lembre das pessoas queridas daqui. Todo dia ela faz alguma coisa diferente... e pra sorte dela o inverno de lá não está os 40ºC negativos que esperava, apenas –3ºC nada mal pra quem já morou em Curitiba! Quanto a internet, parece que é muito foda de usar por lá mesmo, ela só escreveu uma vez e para a família... sorte a minha conseguir notícias pela mãe dela!
Saudades muito grande da Carol!!! Gê você me faz muita falta mesmo!! Sua Bitch! Te amo muito, sua linda linda linda linda... (daquele jeitinho)!

quarta-feira, dezembro 19

To meio brava ultimamente.. ando confusa e por isso não ando escrevendo aqui...
Hoje por sinal estou muito puta com meus pais, minha irmã está indo morar em São Paulo, conseguiu tranferencia pra USP, e vai morar com o namorado.... sabe o que meus pais deram pra ela? 1 panela de pressão, e um ralador de mesa, fora os desaforos... puta que pariu... meu irmão faz 18 anos e ganha um carro, até ai nada mal, eu com 21 não tirei a carteira ainda, e ela foi atras e pagou a dela, já que o pai do Bá falou que ia dar um carrinho velho pra ela poder se deslocar por São Paulo.... Putz, já deram a geladeira, a maquina de lavar, TV, som, video, jogo de panelas, liquidificador.... Ah, vai se fuder.... meus pais são relapsos demais... e meu pai muito mão de vaca, ou gasta muito grana com amantes... filho da puta... queria escrever mais já vou pro meu quarto, muita dó da minha irmã, ela até chorou hoje, quando estavamos conversando, tadinha, se eu pudesse a ajudaria mais.... ainda tenho q escutar discursos do tipo "quando eu casei tinha dinheiro para comprar uma casa, e mesmo assim comia em cima de uma tábua de passar".... pau no cu deles!!!
E tenho dito!

sexta-feira, dezembro 14

Ando pensando com meus botões, na verdade, estava tentando achar justificativas do porque eu ser tão fria quando se trata de relacionamentos.
Não que eu seja fria quando eu estou com alguém... vamos logo aos finalmentes: EU TENHO MEDO DE GOSTAR DE ALGUÉM! É, isso é realmente um fato, a Camila, aquela garota fortona, que nunca chora, que sabe reagir racionalmente a tudo está realmente surtando. Tenho medo de quebrar a cara, tenho medo de amar realmente alguém e agir de forma irracional (ficar “apaixonadinha”), tenho medo das decepções, das desigualdades, da saudade... Bom, pensando desta forma, quem não tem estes “medos”?!?!
Mas porque estou escrevendo isto aqui tudo? Talvez seja mais um pedido de desculpas as queridas pessoas que já gostaram de mim, ou que ainda gostam... desculpas não, mas sim uma justificativa um pouco mais plausível do que dizer um simples NÃO. Muitas delas não vão nem chegar a ler isso, provavelmente eu não faça mais parte do passado delas, mas está aqui um pouco dos meus “porquês”.
Nossa, como eu escrevi a palavra NÃO aqui... será que o nosso querido Freud explicaria isso?
De qualquer forma queria escrever isso, ainda não consigo verbalizar uma fraqueza minha de forma tão fácil...
Ah, vou sair com a Tati agora, to tão sem saco de fazer as coisas... não ia sair, mas ficar aqui na internet não é algo que vai me tirar o tédio!

quinta-feira, dezembro 13

E derrepente a bruxa se revela...
Cá estou eu denovo na frente do meu querido computador com uma pequena marquinha de um cigarro que eu esbarrei nele, um copo de água gelada do lado direito e o cinzeiro do lado esquerdo, não estou entregue como deveria a este post é que tenho que ficar atenta, acabei de colocar 6 litros de leite pra ferver (meu pai acabou de chegar do sítio e com um sorrizinho cínico pediu para que eu fizesse isso, já que mami está numa reunião e a Ciça no trampo, sobrou pra mim – Ah, só para constar, fervemos o leite porque ele sai diretamente da vaca pra leiteira, então pra matar alguma coisa que deve ter nadando por lá eu côo [será que é assim que se escreve?!] e fervo o leite). Não sou nada fã de beber leite! E tem gente que daria tudo pra beber um leite vindo do sítio.
Voltando a bruxa: Vou falar um pouco dos meus rolos, já tava na hora deu colocar um pouco de combustível aqui. Calma, os detalhes acabam sendo só para algumas amigas, não vou ficar aqui descrevendo o formato dos paus que já chupei, muito menos falar disso, mas acreditem, a minina_do_interior já chupou paus! Não que eu ache vulgar, mas isso não leva a nada, caso queiram ver coisas do gênero leiam o “xoxota crew” (eu particularmente acho um lixo aquilo).

Passou-se uns dias desde quando eu escrevi este texto, ele já estava bem extenso, acreditem, mas pensei um pouco e achei melhor não colocar o resto aqui, ia prejudicar muita gente. Não quero ser mais bruxa do que já sou, portanto se contentem com esta introdução... acho que vou mostrar o trecho de cada um dos meus rolos para eles mesmo, fortalecer o ego deles como eles fazem com o meu.
Como eu nunca escrevo apenas me detendo em algum assunto, vou colocar aqui um parênteses que foi aberto num destes rolos, se não foi você que recebeu, azar o seu, se você não recebeu mensagem nenhuma, não se preocupe, é porque ainda não está na hora...

(TENHO QUE ABRIR UM PARÊNTESES: Particularmente acho que todos que entram nestes chats de conversação tipo mIRC, UOL, e sei lá mais quais [livro o ICQ daqui porque acho que ele não seja tão ativo como os outros] tem alguma carência, querem encontrar alguém, pra conversar, pra amar, pra transar, pra encher o saco, pra ser amigo... e por aí vai – lógico que estou generalizando, e detesto generalizações, mas em todo caso a síntese do que penso a respeito disso está aqui. Quero deixar claro também que sou uma destes nerds que está em busca de alguém para alguma coisa)

terça-feira, dezembro 11

Tô impotente denovo... me sinto pequenina e fraca... virei uma ameba?!?!

segunda-feira, dezembro 10

Deveria falar um pouco do Tortelli de Joinville, menino muito foda que conheci a pouco tempo.
Deveria falar também do telefonema do Titi de BH... tantas coisas...
Falo de vocês dois depois... prometo!

Já tinha tentando fazer isso antes, mas não tinha conseguido... vou tentar fazer um comentário sobre cada blogger da minha lista, uns com certeza vou falar mais, outros vai ser um comentário breve mesmo. Não que cada um não tenha a sua importância, todos eles tem e muito, por isso estão aí, de certa forma, ler estes trechos escrito por vocês me faz bem, me faz senti-los mais próximos e faz com que minha culpa de fadinha que aplicou mal os seus poderes... diminua.

DANILO – “A incerteza vive ao lado.. não?”
Este devo ressaltar que é um caso antigo, foi um dos primeiros bloggers que eu li, fiquei realmente encantada o Danilo, que eu havia conhecido poucos dias antes, e que surpreendentemente fiquei amiga muito rápido. Sempre fui muito chata para com minhas amizades, amiguinhus sem tanto valor, tenho aos bocados, mas amigos que eu quero sempre por perto devo confessar que são muitos também, mas estes passaram por um teste rígido de aprovação. Se bem que não sou mais tão rígida como era, ou as pessoas tem se encaixado mais facilmente nas minhas exigências... Ah sei lá, agora é hora de falar do blogger do Danilo!!
Ele ultimamente anda tentando escrever de forma mais poética, retórica, muito engraçado, tentando deixar alguns de seus posts como os do Murilo, ou do Dennis que são duas criaturas que escrevem divinamente bem, daí derrepente vejo o Murilo e o Dennis fazendo um protesto em seus bloggers para que o Danilo volte a escrever da forma que ele acha que é feio, os “intelecutualóides” implorando para que a inocência não morra, que tenha toda a pureza dos foda-se, blés e nhés. As vezes entro no meio desta guerra toda, citada de forma injusta, como se eu escrevesse bem, desde quanto digitar certinho é escrever bem??? (Devo deixar claro aqui, que escrevo a maioria dos meus posts antes, no Word, nas minhas horas vagas, pra depois só colocar um ctrl+C e ctrl+V – o Word sempre deixa os erros grifados, e tento digitar aqui o mais corretamente possível pra não me ferrar na hora de digitar os trabalhos da faculdade. Já basta minha escrita chula de mIRC e ICQ) Portanto todo e qualquer elogio a minha escrita, vou direcioná-lo para o Word! Tem horas que queria ter um contato mais direto com o Danilo, volte e meia o vejo triste, tantas vezes que quis poder estar do lado pra fazer um cafuné, ouvi-lo, ser a amiga que ele tanto pede. A ultima vez que fui pra São Paulo, passei a tarde toda com ele, fomos ao cinema, tomamos um suco muito foda de manga na Paulista, depois voltamos pra casa da Nessa, e ficamos horas sentados na calçada, conversando, muito bom, tem horas que eu queria estar pertinho para poder fazer isso muitas e muitas vezes... Se toda vez que eu sentir saudades de alguém eu ligar, to ferrada, meus pais me comeriam vivos... Danilovsky, to tentando amenizar as coisas ok, vou ver se vou em janeiro pra São Paulo...

LUCAS – “Como não olhar para trás”
Na verdade estou para tirar o blogger do Lukitas daqui, por algumas razões: 1) Ele não posta; 2) Seu último post que está lá a 1 mês me faz sentir uma bruxa da pior espécie; 3) Ele dar um resumo sobre o dia dele, depois fazer um comentário a meu respeito... acho que não é algo que interesse a mais ninguém a não ser a mim e a ele. O Lucas é uma das pessoas que eu enquanto uma fada, fiz encantamentos com ele, acho que a magia foi forte demais, me sinto tão culpada por isso, e a impotência mais uma vez se faz presente no meu ser. Não queria, e não quero de modo algum vê-lo sofrer... me parece que estamos nos acertando, estamos nos tornando seres racionais com nossos lados irracionais. Estou vendo se vou pra Curitiba, preciso ter um momento sozinha com o Lucas, pra sentarmos e tentarmos resolver situações chatas. Depois corro pra Joinville onde o Brum me faz rir e supre minha carência de Carol. Vamos ver se vai dar certo!

VANESSA – “fortyseven, vierzig sieben, quarante sept...”
Menina que eu amo muito, minha sista, o irmão dela está indo morar com minha irmã espero que vivam felizes para sempre! Bom, o blogger da Nessa é como o do resto da grande maioria é a válvula de escape, mas para mim é como saber como posso cuidar dela, volte e meia ela tem crises depressivas (desculpa Nessalita por estar falando aqui coisas suas), mas é muito querida e sabe o que é felicidade, só queria que ela se lembrasse das pequenas coisas da vida, com seus pequenos prazeres, que nos enriquece de forma incomensurável (obs.: adoro usar estes palavrões com significados simples, deixa mais medonho!). Acho que agora com minha irmã mudando pra São Paulo, vai ser mais fácil de ir pra lá, dar muitos abraços fortes que a Nessa sabe muito bem o quão bom são, e o quão bem fazem! Ah, o Vinnie postava lá de vez em quando, ele era bom nisso, será que ele tem blogger?

MURILO – “Leões Alados sem Juba”
(antes de comentar sobre o blogger do Murilo, preciso parar e respirar um pouco, as palavras dele me fazem sentir um inseto, o admiro tanto e não sei como isso acontece, não sei onde se dá esta magia dentro de mim – vou comer algo, beber um belo copo de água gelada, fazer xixi, depois vejo se consigo algumas palavras pra ele... fuçando na cozinha encontro minha irmã fazendo suco de manga isso é bom!)
Li alguns posts do Murilo para minha irmã, ela está meio que chocada, achando obsceno não gostou muito, mas vejo minha irmã, Ciça, 11 meses mais nova, batalhadora, indo viver com o seu primeiro namorado, vendo a vida de uma forma puritana... Vamos começar (é pra falar do Murilo e não da Cecília), Murilo, um poeta não reconhecido pelas maquinas de impressão, exceto minha HP 695 que volte e meia imprime seus textos para uma leitura noturna minha. Li o blogger dele inteiro, como fiz com o do Danilo, do Lucas, da Nessa... Consegui um certo contato, trocamos esporadicamente e-mails, escrevi uma carta pra ele na sexta, mas ainda não a enviei, estou pensando se escrevo mais alguma coisa. A carta foi escrita para tentar felicitá-lo pelo seu aniversário (antes tarde do que nunca). O Murilo as vezes me parece um homem gigante, com uns 50 anos, com jeito de Hermann Hesse e José Saramago, com muita razão, e vivências que me assustam. Aos 10 anos ele brincava de sexo, e eu ainda escutava Menudos, Balão Mágico... como posso me sentir tão mais nova de uma pessoa uns 1800 dias mais velho? Ah, fico tão confusa em escrever sobre ele, sobre o blogger dele, como já disse pra ele, parece que ele é um personagem criado por alguém que fica me fazendo de besta e acreditando que ele exista, mas como alguém de mentira tem endereço? Olha eu viajando em O Mundo de Sofia, misturando realidade com o fantasioso, não consigo acreditar piamente na existência de um Ser como ele. Fico tão maravilhada com a atenção que ele dá pra mim, uma pirralha, pro Danilo, outro pirralho, ambos pentelhos e admiradores. Ah, Murilo, obrigada pelo meu livro de cabeceira “Leões Alados sem Jubas”!!!

PEDRO – “I dont do well in social situations...”
O blogger do Pedrico é só pra me situar como ele está, acho que ele deveria ter feito 23 anos ao invés de 18. Não que ele se pareça velho, mas acho que ele está deslocado. Eu com 18 anos era uma anta, não que eu não seja aos 21. Mas ele mesmo com todas as confusões de adolescentes na cabeça não parece estar no seu lugar, não de forma confortável, gosto muito deste menino, o adotei como meu sobrinho, ele é muito meigo, é bonito, e não reconhece nada disso. Ainda agarro este menino um dia.

ALEXANDRE – “Blog do Arrroz”
Entrou no lugar do blogger do Luiz que postou duas vezes na vida e nada mais. O Arroz, amiguinho de BH, é por ele e por outras pessoas que agora EU me sinto com 18 anos (será que eu era tão desenformada, submissa, bobinha aos 18, minha existencia derrepente pareceu tão mediocre). Não que a culpa seja do Arroz, isso foi um suspiro a parte, bom, conheci a existência do blogger dele a pouco tempo. Volte e meia ele me manda fotos pelo mIRC, to vendo que vou ter um concorrente logo logo no meio da fotografia. O blogger dele é sobre o dia a dia, como o do Murilo, mas com um ar diferente, as empolgações ele deixa pra contar pessoalmente. Ah, só mais uma coisa pra falar AAAWWNNN! Saudades de você menininho.

ALBERTO – “Hoje eu acordei...”
Achei este sozinha, por minhas próprias pernas, devo dar um destaque enorme para as conversas do All com a consciência dele, me mato de rir com aquilo. Pentelhei muito ele, até penetrar no ICQ do coitado, no nosso primeiro dia de conversa, descubro que eu conheço a namorada dele, que estuda com uma grande amiga minha a Kalina, que teve aulas com a minha tia a Berê, aqui na UEL fazendo Biologia. Sempre que o encontro no ICQ acabamos conversando um pouco, vamos ver se ele vai fazer um blogger só de conversas com a consciência dele... já descobri que ele adora fazer isso, agora é só esperar!

ANDRÉ – “Chaos Blog”
É divertido ler o blogger dele, cheio de comentários sobre as coisas que o cercam, e comentários bem humorados, com sarcasmos, ironias... como os do All, vale a pena ler, parece que ele passa muito tempo na frente do computador, e ao mesmo tempo, muito tempo fazendo coisas da vida, se divertindo... por mais que ele comente sobre o seu dia não fique de forma alguma com cara de “meu querido diário”. Este foi o único que selecionei da lista do Alberto, pensei em colocar o da Thais, mas ainda não o li com calma... Hiiii isso aqui ficou parecendo propaganda, credo!! Desculpa André!

LEOPOLDO – “Este eh meu blog vestibulando.”
Chamo o Mocotó de clone, derrepente descobrimos várias coisas em comum, e acabou saindo isso, mocinho de 23 anos prestando pra medicina, que antes de surtar de tanto estudar acabou fazendo um blogger, e relacionando as vivências diárias dele com química, história, biologia... por mim ele poderia ser professor de cursinho, tem uma facilidade absurda para explicar as coisas... quero só ver como vou ter aulas de conhecimentos gerais, depois que o Mocotó passar? Quando que eu ia descobrir que rosas não tem espinhos e sim ACÚLEOS, ou que gêmeos univitelinos não tem a mesma impressão digital (porque na verdade não sabia nem mesmo como surgiam as impressões digitais).

ANDRÉ – “trash of thoughts.”
Vamos ver o que consigo falar do André, li o blogger dele e fui conferir se o cold que eu via todos os dias no mIRC era ele mesmo, e não é que era. Menino carente, confuso... Estou começando a conversar com ele de forma natural, pra mim é difícil de entender como um garoto como ele acaba se frustrando tanto, ele é o tipo de pessoa que eu queria dar bombons para suprir carência e puxões de orelha quando o vejo desperdiçando a vida! Devo agradecê-lo mais uma vez por hospedar meu texto na pagina dele. Imagino que ele seja ultra inteligente e por isso deva se perder tanto dentro dele mesmo. Faz pouco tempo que o conheci, mas achei um bom texto dele sobre egoísmo e hipocrisia... pra quem tava achando que só tinha lamentações por lá... me surpreendeu.

DENNIS – “Caderno Mágico”
uFFa, como escreveria a Carol que agora deve estar pertinho da ponta de cima do mundo. Acabei de ler todo o blogger do Dennis, e ainda não sei quantos uFFas com 2 éfes deveria escrever aqui, sabe o que me parece, que a cada dia ele envia um envelope com contos, pra que você abra e pense sobre eles, lembrou-me de um professor que eu tive no cursinho, que nos dias mais inspirados, ele escrevia uma frase no quadro, filosofava sobre a mesma, nos enchia de indagações e depois começava a aula para que refletíssemos sobre isso mais tarde. Sabe quando parece que você recebeu uma cartinha com envelope velho, já amarelado com alguma histórinha, mesmo ela não sendo de cunho filosófico, só uma mera história, pra você guardar durante o dia... é foi isso que senti, espero receber estas cartinhas por muito tempo! Seja bem vindo o filho mais novo dos meus bloggers!

“Conto de Fada”
Hoje acordei me sentindo uma fadinha... não uma fada boa, nem má, mas uma fada que começou a aprender o tamanho dos seus poderes, mas não sabe como controlá-los direito. Meio fantasioso, mas isso é mais sério do que eu estou contando, esta fadinha, tem gurus, mestres, duendes, ogros... seres de todos os tipos que a cercam, que a influenciam, que ajudam, que prejudicam...
Esta fadinha, este ano aprendeu a usar alguns poderes, como o carisma, a meiguice, a sedução, aprendeu a usar palavras doces, olhares cativantes... Mas usou todos estes poderes com pessoinhas de muito longe, pessoas que ela não pode tocar, zelar, abraçar, beijar, ajudar... e este foi o castigo dela, por ela não saber como controlar sua magia acabou ficando sem nenhuma das pessoinhas encantadas por perto, agora a fadinha fica aqui, toda triste por querer juntar estas pessoas que ela encantou e tê-las muito perto. Seus mestres e gurus, também estão longe, como forma de castigo... agora ela fica aqui, a fadinha triste, solitária, cheia de pessoas encantadas longe, sem saber como utilizar o desencanto, sem saber nada.
“Quando a fadinha se torna bruxa, numa coincidência”

Onde viro bruxa como num passe de mágica!>>>>Onde não há beleza alguma...
Nesta vida, desde o dia em que comecei a caminhar com as próprias pernas, não me lembro de um só percurso trilhado em vão; nem mesmo as quedas, ou os dolorosos choques contra portas fechadas, quinas agudas e paredes frias... foram em vão. Nem mesmo a morte de quem amei, ou as injustiças de que fui vítima, ou meus tormentos irrevelados... foram em vão. Nenhuma dor é vã, seja física ou moral, porquanto traga em sim mesma uma mensagem secreta da vida, uma chave para o próximo portal. Decifrar tal mensagem é que é a hamletiana questão.
Independentemente das utilidades e destinações finais de toda dor, ou de como o sofrimento possa favorecer (ou fortalecer) o caráter dos homens... dizem os indianos: “Tu és responsável por toda lágrima que fizeste brotar nos olhos dos teus irmãos!” E dizem mais: “Melhor não ofereceres carícia alguma, do que ofereceres o menor dos sofrimentos!”
E por que motivo tantos ferem com tanta facilidade, com leveza e até mesmo “graça”, inconscientes de que não há beleza em fazer ferir? Pergunto-me e encontro mil respostas, nenhuma definitiva.
Retorno à velha Índia dos empoeirados livros sagrados que, entre cânticos védicos, profere incômodas e milenárias verdades: “Tomarás a si tudo o que semeaste, porque não será senão tua a final lavoura das tuas obras. E não poderás autocomiserar-te diante da Justiça do Carma, posto que nenhuma das tuas justificativas há de apagar as conseqüências dos teus atos!”
Ferir não é riscar a pele e tirar o sangue; matar não é arrancar toda a vida. Fere-se ou mata-se também um sonho, uma idéia, uma obra, um gesto e um sentimento. Não importa em nome de quê se faça isso, toda destruição é uma subtração, uma mutilação. Não há beleza alguma em causar dor, não há boa intenção, razão ou arrazoado; há apenas ignorância, inabilidade, sombra ou impiedade. E mais além... haverá a colheita... certa, inevitável, inexorável.
>>Texto “roubado” do blogger do Dennis www.cadernomagico.blogspot.com

quinta-feira, dezembro 6

DIVAGAÇÕES:
Porque será que eu não consigo pensar no futuro do ser humano, no disperdício de água potável (mais específicamente), quando tomo meus banhos de uma hora e meia?!?! E depois fico me preocupando em lavar rapidamente meu cacho de uva, em não largar a torneira aberta... Estúpido não?!?!
Alguém pensa sobre isso???

quarta-feira, dezembro 5

To com vontade de chorar hoje mas não consigo!! Não sei o que está acontecendo, alguns amigos me perguntaram e falei que estava meio magoada com a displicência dos meus pais, mas não sei se é por isso... Na verdade acho que nem é muito... Também nem é tanto por causa da Carol estar indo, isso me deixa triste mas como sei que ela vai estar aproveitando acaba sendo reconfortante.
O Brum me ligou agora, eu algumas lágrimas caíram... não o suficiente, sei lá, to muito triste e não sei exatamente o porque disso, to me sentindo meio que impotente pra fazer as coisas direito, a coisa certa, mas não sei porque também. Sempre me achei um tanto quanto competente, pode ser que pareça que eu esteja me achando por isso, mas nem é, acho que consigo dar conta dos meus recados da melhor forma possível. Então, voltando ao telefonema do Brum, ele me ligou, eu havia acabado de sair da internet, tinha acabado de dizer pra todo mundo que tava saindo pra chorar um pouco (acho que queria ser paparicada, por isso fiquei falando), fui atacar meus bombons pra poder chorar como uma gorda depressiva, o telefone tocou e era o Brum, falando que o CD que ele tinha gravado pra Carol não ia chegar a tempo, coisa que eu já sabia. Ele veio me contar a história de porque que ele não me mandou o CD ontem, foi assim: Ele foi fazer um encarte com cola colorida, mas não deu certo (Palavras dele: Mila, fui fazer o encarte mas acho que não aprendi direito como se usava a cola no pré ou no jardim, daí fechei o encarte e colou tudo!), o coitado do Brum refez tudo de canetinha... ele tinha feito uma cópia do CD pra mim porque fiquei choramingando, mas não deu certo também, ele foi colar o encarte com Super-Bonder já que a cola Tenaz (cola branca), não era o forte dele, na verdade cola não deve ser o forte do Brum, e o CD colou no Super-Bonder, que colou tudo que quando ele foi tirar arrancou um pedaço da parte onde o CD grava as coisas (se isso ficou confuso de ler, não ligue, foi o objetivo). Conclusão, nada de CD da Carol a tempo e nada de CD da Camila, graças a uma onda de chantagens que estou recebendo dos meus amigos só ganho os presentes que eles me dão se eu for encontrar com eles, isso vale mais especificamente para o Lucas e o Brum. Continuando... ai o Brum me conta que tava todo tristonho também, porque depois de tanto trabalho não ia dar certo pro CD chegar a tempo e ainda me fala que tava sentado numa esquina, falando comigo no celular e começou a chover (cena que eu fiquei imaginando e me deu muita dó, muito “loser”), o coitadinhu frustrado e ainda se molhando, fora isso ele tava com os trabalhos dos aluninhos dele que também deveriam estar molhando... hiiii conclusão, foi por ai que começou a escorrer as lagrimas... Puta que pariu, que merda ficar triste, detesto sentir isso, detesto ficar assim, eu não sou assim, eu não gosto de ficar assim, eu não quero ficar assim, não quero sentir isso... Quero que alguém me ligue só pra eu ficar chorando no telefone, até acabar estas lágrimas estranhas que tão dentro de mim, pra depois eu ficar feliz denovo, pra sair hoje a noite, me divertir com os amigos... voltar a ser como eu sou...

ahhhhh chega de querido diário... pelo menos o povo tem algum lixo pra ler....
Quanto as moscas... têm algumas que insistem em permanecer vivas... estas matarei com venêno!!!

SEGUNDA
Estranho, fui trabalhar, tive uma puta dor de cabeça, comprei o ursinho de pelúcia que vamos dar pra Carol e fui dormir lá nos fundos da farmácia, acordei com o telefonema do Alê, perguntando como havia sido meu dia... Logo em seguida a Catarina e a Carol passaram pra me pegar para darmos uma volta no shopping caçando coisas pra viagem da Carol e comermos algo.

TERÇA
Festa de Despedida da Carol: Começo da tarde passei dando telefonemas, chamando o pessoal, tomei um banho e fui dar uma volta com a mesma pra fazermos mais compras – o Brum me ligou só pra falar que havia acabado de receber minha mensagem de voz que mandei na Sexta de madrugada (Camilão bêbada dando vexame), que merda os serviços de telefonia de Joinville! – a tardezinha ela me deixou em casa. Logo em seguida começou a chegar o povo... Obrigada a todos que vieram (Camilinha, Caty, Ciça, Helen, Tati, Andrézinho, Demétrius, Érick, Guto, Hugo, João Paulo, Léo, Mandi, Narck, Rafa, Ricardo, Xingu, Thalles e Thomás – mesmo que por telefone). Gravamos uma fita de video muito tosca que acabei dividindo em 3 itens: 1 – Declarações de amor; 2 – Festa e 3 – Música/Mico, acho que ela vai gostar de assistir. Depois de uma pizzada fomos no “Buteco Self-Service”, um que eu já falei aqui, que fica do lado do cemitério, que você chega q tem que pegar as mesas, as cadeiras... muito podre... fui dormir mais de 3 pra acordar as 9 até ai normal se eu não estivesse tão podre...

QUARTA
Mal humor o dia todo... graças a ter acordado cedo, ido trabalhar e só voltar pra almoçar as 3:30 da tarde, dia nublado, tudo cinza, humor cinza, moleton cinza... tô começando a achar que esta não é uma cor legal... Resto do dia... ainda não sei, mas provavelmente uma balada com direito a Camilão bêbada denovo!
Bosta, o Brum me ligou falando q tava mandando a encomenda da Carol, meia hora depois o Rinaldo da transportadora de Joinville (rapazinho simpático), me liga falando que não vai chegar a tempo. Ligo pra distribuidora daqui, falo com um tal de Bruno (outro simpático), mas mesmo assim, acho q não vai dar tempo de chegar a encomenda... bosta, bosta, bosta.

Final de semana...

SEXTA
Desisti de ir na festa, na verdade eu, a Carol, a Caty e a Tati. Dona Catarina e Dona Tatiana desistiram de sair! Eu e a Carol, sem a presença de todos os meninos (porque tinham ido a festa), ficamos sozinhas na noite... nada ruim, resolvemos ir no Artimanha (bar onde eu fico bêbada), tava até gostando da idéia. Resolvi beber de novo pra ficar alegrinha, a Carol me acompanhou no Scheweppers com Gin, na primeira dose ainda tava me levantando numa boa, a Carol fez o teste “Cante comigo” (constituiu em pedir pra eu cantar umas músicas, caso eu me lembrasse da letra), me ferrei no teste, cantei tudo bem bunitinho “The Get Up Kids”, “Dead Fish”, “CPM 22”... a Carol pediu outra dose... Encontrei a Vanessa lá, volte e meia nos encontramos conheço aquela neguinha a muitos anos, estudamos juntas desda 5ª série, garota meio lesadinha, mas ultra sincera, nos damos muito bem! Logo depois apareceu o Mau e o Rodrigo, um amigo do Mau que acabaram sentando na mesa também, a Lígia namorada do Moya já tinha passado por lá e ido até o Bar Brasil atrás do dito cujo. Lá pelas tantas, quando eu já tava bem alegrinha, chega as “minininhas” (é como eu chamo a turminha da Kalina, Karina, Marcela, Gra e a Bianca e a Camila Hamister antes de namorarem) – mas se não me engano, só tava a Kalina, a Gra e a Karina lá, encontrei mais um povinho da faculdade... Um sucesso, Camila bêbada, com um vestidinhu tamanho “tomara que me coma”, coturno e um casaquinho; devo ressaltar também um detalhe muito importante e raríssimo, maquiei meus olhos lápis e sombra básico e bem clean. Graças a uma pequena ajuda do Rato, acabei ficando com o Alê. Cheguei em casa deveria ser quase 6 da manhã.

Alê>>> conheço ele desde 1996 sempre fomos bem amiguinhos, apesar de não nos encontrarmos muito. De uns 2 anos pra cá eu e o mancebo em questão ficamos nas indiretas e nada. Mas até ai, levamos tudo na brincadeira. Bêbada não tive dúvida, devo ter jogado algum chaveco forte (já que o Pedrico diz que eu sou boa nisso).

SÁBADO
Catarina foi em casa, a Carol também; a Caty ficou fazendo um cartão pro Guto e a Carol fugindo do tédio. O Alê me ligou me chamando e pedindo pra que eu chamasse as meninas para irmos na casa dele (churrasco e cerveja a vontade), seria ótimo se eu ao menos comece carne e bebesse cerveja, de qualquer forma fomos... Cheguei em casa em torno de 5 da manhã, com a Catarina de companhia. Os detalhes resolvi não escrever aqui por motivos pessoais. Mas fiquei com o Alê denovo... E devo mil desculpas a Carol por ela ficar me pagiando no seu último sábado aqui! Brigada Gêmula, te amo muito!

DOMINGO
Show de cachorreira, no DCE do Centro, Overwhelm (daqui), Sub-Cut (Presidente Prudente), Subtera (daqui) e ROT (São Paulo). Reencontrei o Marcelo, vocalista do ROT, não o via desda verdurada de janeiro de 2000, saudades dele, achei que ele nem fosse mais me reconhecer, e pra minha surpresa, eu estava na porta conversando com o Berbel e o Marcelo já veio me cumprimentando lá do fundo com um OLÁ CAMILA... todo receptivo. Fiquei feliz! Neste show, revi muita gente que não via a muito tempo, estavam todas as Camilas lá (eu, a Camilinha, a Camila Hamister, a Camila irmã do Eder, a Camila Taki), só faltou a Camila Big. A Cíntia apareceu com o neném o Tobias (que ta lindão), me contou das outras amigas que também engravidaram, como a Ingrith que teve o Thor... Vi a Gabi que não via a muito tempo também. Fiquei com o Alê denovo, acho estranho isso, passamos 2 anos tentando derrepente fica tudo tão fácil, mais estranho ainda por ele ser um amigo. Sei lá, sinto que não ficaremos mais, o final do ano está chegando, e geralmente é a época que queremos liberdade, viajar, curtir... Sei lá, sei lá, sei lá... É muito bom ficar com ele, mas como em qualquer relacionamento amoroso, mais uma vez estou confusa... melhor coisa é não pensar sobre isso agora, muito cedo, talvez só seja um monte de caraminholas da minha cabeça. Se bobiar, amanhã já não temos mais nada e voltamos a ser amiguinhos!